BRASLIA - Pressionados pelos parlamentares, os lderes dos partidos governistas recuaram e desistiram de extinguir o Instituto de Previdncia dos Congressistas (IPC) - uma das principais reivindicaes das centrais sindicais.
Apesar de perder a batalha do IPC, a Central nica dos Trabalhadores (CUT) conseguiu garantir uma nova rodada de negociaes sobre a reforma, desta vez no plenrio da Cmara.
"Houve um movimento de parlamentares muito grande, que votariam contra a emenda se acabassem com o IPC", contou o relator da emenda, deputado Euler Ribeiro (PMDB-AM).
"O problema  poltico e de custo", reconheceu o lder do governo, Luiz Carlos Santos (PMDB-SP).
Alm da CUT, a Fora Sindical tambm levantou a bandeira do fim do IPC.
"Fao um apelo ao caboclo amazonense para que termine com o Instituto agora", disse Medeiros, que assim como Euler Ribeiro tambm  do Amazonas.
Temer era o maior defensor de que o destino do Instituto fosse definido por lei complementar.
"Vamos analisar o relatrio e ver se todos os pontos de entendimento foram includos.
Existem pontos, como  o caso da aposentadoria para o servidor pblico, que no concordamos e vamos tentar que os partidos de oposio derrubem isso no voto", disse Vicentinho.
Euler Ribeiro tambm modificou a redao do artigo que permitia que os servidores pblicos de carreira - como juzes e professores universitrios - pudessem se aposentar com o salrio integral .
